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Conheça o ecossistema Luso Brasileiro

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Portugal

As startups são reconhecidas mundo afora por algumas características, e dentre elas, está a velocidade como base de um modelo de negócio que já mostrou a que veio e que sua força é capaz de mudar uma economia e até mesmo a forma de consumo de uma sociedade.

Proporcionalmente a velocidade que as startups adotam em seu dia a dia, são as mudanças que estão ocorrendo em função desta nova mentalidade, forma de criar e gerir recursos e produtos, e na Europa não seria diferente. Se até pouco tempo atrás as startups europeias olhavam primeiro para Silicon Valley sempre que pensavam numa estratégia de exit, atualmente enxergam os Estados Unidos como um destino de compra e, principalmente, para expandir-se internacionalmente.

Assim como o tempo, as expectativas são outras e as possibilidades também. Em função de investimentos e, principalmente, do entendimento de que era preciso apoiar o desenvolvimento de inovação e tecnologia, colocou Portugal no radar mundial e diferente de outras épocas, dessa vez não foi pelo turismo ou outros atrativos incontestáveis do país, mas pelo seu ecossistema empreendedor. De forma consolidada e funcionando ativamente, Portugal se tornou o destino escolhido para a criação de novas empresas e instalação de incubadoras vindas de todo o globo. E vale a pena ressaltar ainda que várias empresas portuguesas têm levado longe o nome de Portugal, pela sua inovação e competitividade.

Mas não se engane, nada disso aconteceu da noite para o dia ou por mero acaso ou sorte. A Startup Portugal, por exemplo, é uma iniciativa do Governo integrada na estratégia nacional para o empreendedorismo, com o objetivo de criar um ecossistema de empreendedorismo à escala nacional. Atrair investidores nacionais e estrangeiros para o investimento em startups, além de promover e acelerar o crescimento das startups nos mercados externos, são algumas das metas do projeto.

“Durante meu planejamento de migração para Portugal, muitos conhecidos portugueses comentaram comigo o fato dos Portugueses serem muito objetivos, ou seja, na prática ao final de uma apresentação de negócio, ou mesmo no meio, os portugueses poderiam logo dizer: “obrigado, sim/não nos interessa seu produto ou serviço”. Algumas vezes podendo parecer um pouco rude até, mas isso é normal, faz parte da cultura. E realmente foi confirmado, o que para mim é um ponto muito positivo”, explica Eduardo Migliorelli – CEO da Atlantic Hub.

Entretanto, para Eduardo, por outro lado, no meio dos negócios durante o desenvolvimento propriamente dito os Portugueses possuem outra velocidade, muito diferente da dos brasileiros com “sangue nos olhos”. Mas a boa notícia é que isto está mudando com a abertura do mercado português.

“A vinda do Web Summit para Portugal fez com que este país entrasse no foco dos empreendedores e investidores, e em razão de inúmeros incentivos de investimentos em troca de vistos de residência/trabalho, funding atrativos e concretização de investimentos em infra-estrutura e educação realizados no país. Portugal se tornou um Hub de negócios e empreendedorismo, com o número de Startups a crescer constantemente. Atualmente Portugal possui aproximadamente 100.000 startups, com uma população de 10 milhões de habitantes, segundo dados que são divulgados recorrentemente. Já o Brasil com cerca de 9.000 startups para 210 milhões de habitantes”, pondera Eduardo.

Outra diferença bastante sintomática é devido ao enorme mercado Brasileiro, é fácil perceber que as startups são criadas em sua maioria focadas no mercado local, o que para as startups Portuguesas é uma receita para o fracasso. Por esta razão, todas as startups Portuguesas são criadas /nascem com escalabilidade e foco nos cinco continentes.

E se você deseja conhecer melhor ambos os mercados e suas potencialidades não pode ficar de fora do Atlantic Connection 2018. Para mais informações e para garantir seu ingresso clique aqui.

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